P - No que diferencia a sua interpretação para o Jonas, de "Rebelde", em relação aos seus demais personagens?
R - A interpretação dele tem de seduzir os jovens e é diferente da conquista feita com os adultos. Essa sedução é uma interpretação, uma descontração maior e uma liberdade maior para brincar sem ser caricato. Eu faço um personagem que tem uma certa rigidez. É um contraponto para os alunos. Se eu for dar total liberdade para rebeldes, eles vão virar loucos ensandecidos, precisam de um certo freio.
P - Sua última novela na Globo foi "América", em 2005. A estreia na Record aconteceu em 2006 na novela "Cidadão Brasileiro". Como você avalia sua trajetória na atual emissora?
R - Estou satisfeito. Terminei a novela "Poder Paralelo" em fevereiro de 2010. Estou no meu sexto ano de Record. Agora faço "Rebelde". Tenho mais cinco anos de contrato.
P - "Rebelde" é uma adaptação da novela mexicana homônima. Você assistiu a versão anterior?
R - Não e nem sabia que existia e que era um sucesso. Mas como eu não sou muito de ver novelas, eu gosto de fazer, mas assistir é demais. Os amigos mais velhos do meu filho sabiam que os integrantes da novela tinham vindo ao Brasil e que tinham uma banda. Passei batido, não tinha ideia (risos).
P - Você é muito crítico quanto a sua interpretação? Costuma assistir as novelas que faz?
R - Sou crítico ao ponto de não assistir. Assisto o início, mas não sou de acompanhar a novela. No cinema é mais difícil ainda de ver. Ver os colegas eu gosto, mas não a mim. Já fiz novela que não vi nenhum capítulo. Não que eu não gostasse da novela. Nem sei como ficou (risos), mas não tinha interesse. Gostava e gosto de fazer. Mas eu não gosto muito de ver novela. Gosto de ler, leio a novela toda, o capítulo todo. Tenho outros interesses em casa que acabam me afastando da tevê.
Fonte: Portal PS

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